Rio

Rio

 

Rio correndo pela mata

Levando as folhas para a cascata

 

Levando as águas sem se cansar

Despejando tudo no fundo do mar

 

Leva flor, pau, pedra, pescador a pescar

Tudo se vai para não mais voltar

 

Gigante, poderoso! Nada sente

Correr é trabalho. Ontem, hoje… sempre

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Beija-flor

Beija-flor

 

Caminhando pela mata

Ouvindo da cascata

Ao longe, o borbulhar

As borboletas

Brancas e pretas

A esvoaçar

O passarinho

Alegre no ninho

Desfiava o seu cantar

Eis que de repente

Rapidamente

O beija-flor aparece

Altivo guerreiro

Arrebata ligeiro

O mel que o aquece.