Amor sem fim

Amor sem fim

 

O amor é lindo

Viver sorrindo

Como é bom o amor!

Tudo se esquece

Nada aborrece

Mesmo na dor

Sonho e mais sonho

Tudo risonho

– é bom amar! –

Amor a dois

É todo encanto

É flor do campo

A desabrochar

 

Viver juntinho

Dividindo carinho

Eternamente amar

 

Se todos vivessem

Um amor assim

Ele nunca teria fim

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Flor roxinha

Flor roxinha

 

Oh! Flor roxinha

Frágil, pequenina

Escondida entre as folhas

Quisera estar a teu lado

Com braços entrelaçados

Para melhor te admirar

E com amizade

Juntas para sempre

Na eternidade

Definitivamente estar.

Deus

Deus

 

Lá no infinito

Um Ser nos olha

Entre as nuvens

E nos chama

– Meu filho, estou aqui

Perto de ti

As estrelas

São os meus olhos

A brisa

É minha canção de ninar

O crepúsculo

É meu sorriso de amigo

O amanhecer

É minha mão a te acordar

Um coração a pulsar

Um coração a pulsar

 

Fui ao céu

Às nuvens, à lua

Estrelas olhavam-se

Pareciam dizer o que sentiam…

São belas!

Senti amor

– mas não o meu amor –

Amor dos vales, das serras

Voltei à Terra

Avistei uma árvore

Em sua sombra

Descansavam três corações

Um pequenino

Outro tamanho normal

O terceiro já envelhecido

Todos de amor igual

Num coração a pulsar

 

Descansei…

 

Busquei amores

Fizemos um pacto

Um único coração,

Amores: quatro

– Amor da flores

– Amor da terra

– Amor do infinito

– Amor do mar

Então descobri

Que apesar de tudo que vi

Dos amores a  grandeza

Não se iguala à beleza

De um único coração a pulsar