Hei de vencer!

Hei de vencer!

 

Ao passar do tempo

A todo momento

Vemos nos seres da Terra

Vida tumultuada

Vida amena

Que o dia-a-dia encerra

 

Em tudo que fazemos

Pretendemos

As dádivas da vida

Por isso

É necessário saber viver

E diariamente dizer:

– Hei de vencer!

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Resto de pó

Resto de pó

 

Batem as horas

Os minutos passam

Correm os segundos

Ninguém percebe

O tempo se vai

Neste globo terrestre

 

Tudo se foi

Alegria e dores

Perfume e flores

Estamos sós

 

Será que quando jovem

Julgaria ser

A vida assim?

 

Tudo passou

Estou só

Tudo terminou

Num resto de pó

Um paraíso

Um paraíso

 

Cristo nasceu

Para alegrar o mundo

Cooperemos com Ele

Dias, horas, segundos

Nos momentos tristes

E nos tristes também

Porque não existe

Vida sem dor

Seja hoje ou amanhã

Iremos para o além

Para encontrarmos

Jesus de Belém

Vivamos o presente

Alegres e contentes

Sempre com sorriso

Assim a Terra será

Um paraíso

Crepúsculo

Crepúsculo

 

Oh! Sol radiante

Teus raios brilhantes

A nos iluminar

Tu nos dá calor

Fortalece a flor

E acaricia o mar

Tudo vem de ti

Até o canto do bem-te-vi

Que enternece a terra

E, ao nascer da noite

Tu adormeces

Colorido

Por trás da serra

 

Oh! Sol querido

Sou agradecido

Por tanta graça

No cosmo, neste planeta

A vida completas

Enquanto o tempo passa

Quem será?

Quem será?

 

Não sei se você me conhece

Sei que existo

Não tenho cor

Ninguém me vê

Sou como o vento

Não tenho tempo

Não envelheço

E sempre venço

Não tenho idade

Sou na saudade

Na alegria também

Na terra , no céu,

Sei lá…  no além

Só me abato

Onde há rancor

Sou feliz

Como abelha na flor

Sugando o mel

Com muito ardor

Me aninho

No grande,  no pequeno

No humilde, no nobre

Todos se animam

Quando me descobrem

Tudo gira em meu redor!

 

Sabe quem sou?

Sou um sentimento sublime

Que só o coração define

– Eu sou o amor!

Rosas

Rosas

 

A terra dá a vida à raiz

A raiz dá vida ao tronco

O tronco da vida aos galhos

Tudo chegando ao mesmo ponto

Nos galhos brotam as folhas

Em meio às lindas rosas

Brancas, amarelas, vermelhas

Qual será a mais dengosa?

 

Numa rosa pousa a abelha

Noutra a gentil borboleta

Sugam da rosa o mel

Desprezando a violeta