Hei de vencer!

Hei de vencer!

 

Ao passar do tempo

A todo momento

Vemos nos seres da Terra

Vida tumultuada

Vida amena

Que o dia-a-dia encerra

 

Em tudo que fazemos

Pretendemos

As dádivas da vida

Por isso

É necessário saber viver

E diariamente dizer:

– Hei de vencer!

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Quem será?

Quem será?

 

Não sei se você me conhece

Sei que existo

Não tenho cor

Ninguém me vê

Sou como o vento

Não tenho tempo

Não envelheço

E sempre venço

Não tenho idade

Sou na saudade

Na alegria também

Na terra , no céu,

Sei lá…  no além

Só me abato

Onde há rancor

Sou feliz

Como abelha na flor

Sugando o mel

Com muito ardor

Me aninho

No grande,  no pequeno

No humilde, no nobre

Todos se animam

Quando me descobrem

Tudo gira em meu redor!

 

Sabe quem sou?

Sou um sentimento sublime

Que só o coração define

– Eu sou o amor!

Força

Força

 

Uma florzinha

Tão pequenina!

 

Sozinha nasceu

Era um charco

Cheio de buraco

A florzinha morreu

 

Outras nasceram

Unidas cresceram

 

No mesmo lugar

Resistindo ao tempo

Juntas ao vento

Conseguiram ficar

 

Ali floresceram

Perfumaram o lugar

 

Assim aprendemos

Que devemos lutar

Juntos com coragem

Como fim de viagem

Conseguiremos chegar!

Mãe Querida

Mãe Querida

 

Mãe querida

És minha vida

És todo o meu ser

Com todo carinho

Ensinas o caminho

E me deixa escolher

Tudo perdoa

Não se magoa

Tudo é amor

Tudo esquece

Não se aborrece

Mesmo na dor

 

Mãe, és aquela

Que vê na estrela

Seu filho a brilhar

E mesmo triste

Nunca desiste

Do filho apoiar

 

Deste teu templo

Tu dás exemplo

De como viver

És sempre um guia

De noite, de dia

Ensinando a vencer

Meu rumo

Meu rumo

 

Puxando o burrinho

Pisando na estrada

Sempre andando

Sem ter parada

 

Vou seguindo

Sem rumo certo

Espero encontrar

Um lugar por perto

 

Ali descansarei

Com a graça de Deus

Olhando as estrelas

Piscando no céu

 

Debaixo de um teto

Espero adormecer

Com fé na esperança

Da luta vencer